
Onde nasce o inconsciente coletivo? Talvez nas centenas de pessoas que aguardam o meio dia em ponto.
Humahuaca – Argentina outubro de 2010.

Onde nasce o inconsciente coletivo? Talvez nas centenas de pessoas que aguardam o meio dia em ponto.
Humahuaca – Argentina outubro de 2010.

Se tem algo divino, ele vem cremoso, saboroso e delicioso. O inesquecível e imperdível iogurte grego.
Lakka – Gaios – Grécia, agosto de 2011

Sobre rochas, o que sobrou do Monastero di San Nicola – Isole Tremiti – Itália, julho de 2011.

Perdendo a cabeça no namoro, no banco, da beira rio. Posada –Argentina, outubro de 2010.

Encontro esse amanhecer delicado, com às cores da manhã quente de verão. Saco do Céu - Ilha Grande – Brasil, fevereiro de 2012.

Um deserto não é um lugar que você visita simplesmente,
o deserto entra na sua alma, nos poros da sua pele,
o deserto pode até se transformar em você.
Salar Atacama – Chile, novembro de 2010.

“O pescador tem dois amor/ Um bem na terra, um bem no mar/ O bem de terra é aquela que fica/
Na beira da praia quando a gente sai/ O bem de terra é aquela que chora/ Mas faz que não chora quando a gente sai /
O bem do mar é o mar, é o mar / Que carrega com a gente/Pra gente pescar”
Dorival Caymmi – Búzios – Brasil, fevereiro de 2009.
“ Vejo-te em cada prisma, refletindo diagonalmente a múltipla esperança
E te amo…” desde sempre – V. de Moraes
Matera – Itália, setembro de 2011.

No ritmo baiano, nasceu aqui a primeira vila nas terras brasilis. Porto Seguro – Brasil, novembro de 2007.

A cor do outono é cobre, e assim cobre todas as árvores, folhas, praças e a vida por aqui fica coberta do passado.
Carmelo – Uruguai, maio de 2006.


Nem precisa tanta água, tanto espaço para se divertir! – Puerto Madero – Buenos Aires – Argentina, maio de 2006.

Das cores, das formas, dos materiais, desde jeito desconexo, vai crescendo o charme do Caminito – Buenos Aires - Argentina, maio de 2006.
Esculpidas nas pedras, os alentos do vento. – Gruta do Salitre – Diamantina – Brasil. abril de 2010.
O Leão Dourado sob o céu de Veneza – Itália, setembro de 2011.
“ Y así pasan los días / Y yo, yo desesperando
y tu, tu contestando/ quizás, quizás, quizás”
Praia Caburé – Maranhão – Brasil Abril de 2010.

Até o verde é quase marrom, até o sol é quase frio, até a vida é quase bonita. Humahuaca – Argentina, outubro de 2010.
Tão grande como deve ser um porto. Bari – Itália, julho de 2009.
Uma homenagem a quem fez possível comemorar esse dia!! – São Paulo – Brasil.

Sempre Viva - nas colinas, nas trilhas, entre as pedras, nas Minas das Gerais. Tabuleiro – MG –Brasil. abril de 2010.
O frio é muito, tanto que congela o coração. Torres del Paine – Chile, novembro de 2010.









Cada pequeno azulejo faz parte da colcha de retalhos, que reconta as histórias e emoções “das gentes” de toda parte.
Essas paredes estão em Siena – Itália, setembro de 2011.

Bem mais que bonito é poder ver até o infinito, onde sei que nasce o mar. Lençóis Maranhenses – Brasil, abril de 2011.

A espera eterna do momento perfeito. Jardim Botânico – Rio de Janeiro – Brasil, novembro de 2009.
Nas linhas horizontais o poder crescer verticalmente. Siena – Itália, setembro de 2011.

Não são ruinas de algo que o tempo destruiu, foi só o abandono da liberdade. Alcântara – Brasil, março de 2011.

Uma vida é feita de detalhes, todos singulares. – Lucca –Itália, setembro de 2011.
No alto relevo quem lutou e morreu, no vazio o desejo do que não possui. Monumento à Malvinas – Ushuaia – Argentina, dezembro de 2010.

Como companhia constante, seguindo para o sul, tenho à minha esquerda a eterna neve da Cordilheira dos Andes – Santiago – Chile, novembro de 2010.

Azuis nas águas, nas montanhas. no céu. Torres del Paine – Chile, novembro de 2010.
Sempre um novo entardecer – Merlera – Grécia, julho de 2012.

Dentro as cores do sol e o mar, na moldura da caverna o mundo inteiro do lado de fora! – Gargano – Itália, julho de 2011.
Numa ilha tropical, um mar transparente, um sol ardente! Ilha Anchieta – Brasil, abril de 2008.
O sol levantou mais cedo… Ilha Grande – Rio De Janeiro – Brasil, Fevereiro de 2012.

“Os faróis, alimentam o imaginário coletivo, eles trazem uma dimensão épica que pertence a grandes lendas e erguem um patrimônio em um todo.
Único e inseparável. Os faróis são o símbolo da presença do homem no oceano, eles fazem as pessoas sonharem.”
Marc Pointud, fundador Sociedade Nacional para o Patrimônio de Faróis e Sinalizações na França
Farol Kéréon – França
Um sol para aquecer o fim de um inverno eternamente frio. Nazaré – Portugal, março de 2012.

É assim que eu moro. Marina Bracuhy – Brasil, fevereiro de 2012

Primeiro dia de sol do fim do inverno, até as nuvens vieram tomar banho de mar. Nazaré – Portugal, março de 2012

Brilha o sol nas águas frias, as pequenas ilhas se deixam existir, só por condescendência a beleza. Baia Jara – Chile Chico- Chile, novembro de 2010.

Cortando o silêncio das matas, as cores berrantes do trem descendo ladeira até o mar. Paranaguá – Brasil, abril de 2006.

Água para todas as sedes. Pisa – Itália, setembro de 2011.

Camadas e mais camadas de telhas, num lugar que o frio penetra por todos os lados. Filettino – Itália, setembro de 2011.

Diz a lenda que quando os padres jesuítas aqui chegaram e se instalaram no alto do morro,
observavam o mar todos os dias e era sempre da mesma cor prata.
Assim nasceu Mar del Plata – Argentina, junho de 2006.

Todo cogumelo é comestível, alguns.. somente uma única vez! Bracuhy – Brasil, janeiro de 2011.
É permitir-se todas as possibilidades de interação,
é quando uma janela entreaberta desperta o olhar na ponta dos pés.
Siena – Itália, setembro de 2011.
O mar espelhado nas cores douradas da manhã de verão – Enseada da Estrela – Ilha Grande – Angra dos Reis – Brasil, fevereiro de 2012.

Era o passado recontado no eco do destino que ficou no silêncio. Alcântara - Brasil, abril de 2010.
Antigo canal de Lefkas, na fortaleza do Farol da ilha de Lefkadas - Grécia, agosto de 2011.
Entre as ruinas do passado, a história recontada nos relevos do artista – Roma – Itália, setembro de 2011.

De dentro dos jardins … Jardim público em Lucca – Itália, setembro de 2011.

“ Por mais distante, o errante navegante, quem jamais te esqueceria ”… Venezia – Itália, setembro de 2011.