Todo dia um olhar, uma foto, um lugar. Por que viajar é nosso único patrimônio.

águas doces

Outros azuis

 

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Onde a natureza ainda nos surpreende pela beleza, pela grandeza, pela simplicidade. Torres del Paine – Puerto Natale – Chile. novembro de 2010.


Os peixinhos me disseram

 

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No meio da cidade, no meio de tanta gente, existe um lugar para ser tranquilo. São Luiz – Maranhão – Brasil, março de 2011.


Caminho das pedras

 

 

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As águas em movimento, nas pedras, encontram o caminho entre as montanhas.
Tabuleiro – Minas Gerais – Brasil, abril de 2010.


Um verão gelado

 

 

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Um frio que corta por dentro à primeira golfada desse ar azul. Glacial Perito Moreno – Argentina, novembro de 2010.


A beleza

 

 

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  e a delicadeza da Carretera Austral em  Fachinal – Chile Chico – Chile, novembro de 2010.


Cobre

 

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A cor do outono é cobre, e assim cobre todas as árvores, folhas, praças e a vida por aqui fica coberta do passado.
Carmelo – Uruguai, maio de 2006.


Vento solar e areia no ar

 

 

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Bem mais que bonito é poder ver até o infinito, onde sei  que nasce o mar.  Lençóis Maranhenses – Brasil, abril de 2011.


Homem de pedra

 

 

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A espera eterna do momento perfeito. Jardim Botânico – Rio de Janeiro – Brasil, novembro de 2009.


Raro

 

 

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Brilha o sol nas águas frias, as pequenas ilhas se deixam existir, só por condescendência a  beleza. Baia Jara – Chile Chico- Chile, novembro de 2010.


Farol das águas doces

 

 

 

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A luz que esperamos ver, nas noites escuras! – Farol de Colônia do Sacramento -  Uruguai, maio de 2006.


Morro abaixo

 

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Desce ladeira, corredeira.
Desce rápido e veloz.
Banhar os pés da namoradeira.
Sana – Rio de Janeiro – Brasil, abril de 2004.


A ferrugem do outono

 

 

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Essa cidade era só um parada por algumas horas, ela estava no meio do meu caminho,
e de tão bela e acolhedora, se transformou no meu destino.
Colônia do Sacramento – Uruguai, maio de 2006.


O outono e o farol

 

 

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As ruas cobertas de folhas douradas, as antigas casas e ruas, e para completar o Farol de Colônia do Sacramento- Uruguai, maio de 2006.


Porto de rio

 

 

Porto de Carmelo

Andando e mochilando pelo Uruguai, conheci lugares lindos e delicados como Carmelo, Uruguai, maio de 2006


A neve e o vulcão

 

 

vulcaovillarrica (11)Nem esperava encontrar, mas ela estava lá esperando, branca e paciente por um toque delicado. Vulcão Villarica – Pucon – Chile, novembro de 2010.


Água mole, pedra dura

 

Abr04 Sana07Tanto insistem, que persistem todo o tempo juntas, apesar das diferenças, das incompatibilidades. Sana – Rio de Janeiro – Brasil, abril de 2004


A Prima Vera

 

 

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As cores da primeira verdade. Verdade que existe só no silêncio da natureza. Chile Chico – Chile, novembro de 2010.


Melhores momentos

 

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Meus olhos registram cada movimento infinito do Glacial Perito Moreno, e me impressiono com sua cor, seu ar frio e sua grandeza.
El Calafate – Argentina, novembro de 2010


Um lugar no meio do caminho

 

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Era para ser uma passagem, mas o destino dos outros fez daqui uma parada inesperada, Iate Clube de Posada – Argentina, outubro de 2010.


Passar uma tarde em Itapuã

 

 

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Um entardecer violeta nas praias de Itapuã. Salvador – Brasil, novembro de 2007.


águas claras, céu azul

Lagoa esmeralda

Embora seguisse os passos por um momento, mesmo sabendo que o vento apagaria o rasto, ainda assim sai do caminho e mergulhei.
E sem saber para onde ir depois me deixei ficar na tranquilidade verde da Lagoa Esmeralda. Parque Lençóis Maranhenses -  Brasil, março de 2011.


O Frio transparente

 

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As estradas da carreteira austral me levam por águas geladas, ventos cortantes e detalhes de cores primaveris. Fachinal – Chile, novembro de 2010


Tão perto e tão bonito

 

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Caminho por senderos estreitos, sob o vento cortante, sob o sol frio, sobre as pedras negras, para tocar o gelo azul.
Torres del Paine – Chile, novembro de 2010.


Sede

 

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O sol aquecendo todas as pedras da cidade, a água se oferece para amenizar  o calor.
Matera – Itália, setembro de 2011.


E flutuava todo aquele peso

 

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Não consegui tirar o olhos, desde a hora que cheguei até o momento de partida, estava hipnotizada pelo azul frio e forte dessa natureza gelada,
que se movia lentamente como um enorme animal adormecido, respirando profundamente.
Glacial Perito Moreno – El Calafate – Argentina, novembro de 2010.


Descendo

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O vento prepara as dunas nos lençóis maranhenses, num tapete perfeito que nos conduz às águas normas e transparentes da lagoa.
Lençóis Maranhenses – Brasil, março de 2011


Um frio azul

 

 

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Era muito frio, com sol e vento, era como congelar a alma, no momento eternizado, da lembrança dos confins do nosso destino.
Torres Del Paine – Chile, novembro de 2010.


Porto abandono

 

 

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O céu que quase toda a água fria do lago, o cais que já recebeu a vida que vinha no movimento das barcas.
Faxinal – Chile Chico, novembro de 2010.


Ventos de areias

 

 

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A areia empurrada pelo vento, vai escorregando até mergulhar nas águas claras e mornas. Lençóis Maranhenses – Brasil, março de 2011.


No meio do caminho

 

 

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Entre Cunha e Paraty, na estrada de terra, existem muitos riachos e cachoeiras,
onde as águas correm tranquilas em meio as árvores da Mata Atlântica.
Paraty – Brasil, maio de 2004.


Dias de verão

 

 

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Estou num lugar tão quente agora que me deu saudades desse friozinho e de ter todo  esse gelo no meu copo de limonada.
Glacial Perito Moreno – El Calafate – Argentina, novembro de 2010.


Choveu durante vinte e quatro horas

 

 

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A trilha, porque chamar de estrada é muito, era só areia e enormes lagoas, e tome entrar e molhar tudo.

 

 

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Até que apareceu uma ponte e eu pode acreditar que esse era o meu caminho..
De Barreirinhas à Tutóia – Maranhão, março de 2011.


Caminhando no vento

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É tão bonito que mesmo caminhando, mesmo estando frio, a vista é sempre uma tatuagem na retina. Torre del Paine – Chile, novembro de 2010.


Serra do Mar

 

 

 Cunha
A água nasce na Serra e vai serpenteando as montanhas até se misturar com o mar.
Cunha -  Brasil, maio de 2004


Bonito mesmo é estar lá

 

 

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O tons das cores, o som dos ventos, a fina areia que viaja no tempo, me leva para longe, para outro lugar, para o lado bonito.
Lagoa Bonita – Lençóis Maranhenses -  Brasil, março de 2001.


Bahia de lugares únicos

 

 

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Por terras e mares eu andei e vi  a história e o abandono, vi um tempo que parou de contar, vi um rio chegando no mar.
São Francisco do Paraguaçu – Bahia, outubro de 2008.


Céu de aquarela

 

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Caminho nas areias mornas, minhas pegadas não deixam marcas nas dunas de uma ilha deserta de verdade,
meus passos são levados pelo vento, minha passagem ali não deixa registro, levo comigo o quadro na memória viva.
Delta do Paranaíba – Tutoia, Maranhão – Brasil, março de 2011


Tanto tempo quanto é possível

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Não tiro os olhos, não consigo esquecer, tanto azul, tanto gelo, tanto tempo que existe que não importa quanto tempo faz.
Glacial Perito Moreno – Argentina, novembro 2010


Altitude 4600 m

 

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No fundo o vulcão, as montanhas ainda com gelo, o arido deserto amarelo,  a laguna miscanti de um azul-viola,
e naturalmente frio, muito frio de verdade. San Pedro de Atacama- Chile, novembro de 2010.


Barcos e Veleiros

 

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Era um fim de tarde vermelho, frio. O catamarã saiu pelos canais dourados  rumo
à Argentina, dos Canais de São Carmelo – Uruguai, maio de 2006.


Torres del Paine

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Se tem um lugar que eu voltaria é aqui, onde o frio é seco, a neve é permamente, as águas azuis gelificantes.
E a vista é de deixar qualquer um de boca aberta. Parque Torres del Paine – Chile, novembro de 2010.


Com gelo, por favor

 

 

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O gelo flutuava sobre  o lago azul, como num imenso copo de Absinto. Inebriante..
Galcial Perito Moreno – El Calafate – Argentina, novembro de 2010.


No Tabuleiro

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A água desce rápida, tão alta que se vaporiza em nuvens de cachoeira.
E para ver isso de perto o caminho é entre as pedras e as curvas do rio.
Cachoeira do Tabuleiro – Minas Gerais, abril de 2010


Monte Pascoal, lá de longe

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As nuvens no continente presas à terra,  no nosso barquinho de vento em popa, a caminho de casa, navegando com a vida sempre à favor.
Trancoso, Bahia – Brasil, fevereiro de 2009


Na Preguiça

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Estradas de areias, burracos e águas, caminhadas, subidas e descidas de dunas macias, águas que são um alento.
Nenhuma palavra ou imagem poderá descrever o que pessoalmente senti ao chegar aqui.
Lagoa da Preguiça – Lençois Maranhenses – Brasil, março de 2011.


Olhar Cúmplice

 

 

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Estranhos andam pelas dunas, escorregam nas areias e se jogam nas águas mornas. 


Caramelo. Caramela. Carmelo

De dentro do Catamarã, de fora o frio, o sol e o rio..

031carmelo (19)O entardecer  sem margens, sem vento, sem outra cor senão as matizes amarrilla…
031carmelo (22)

A viagem durou tanto quanto o por do sol ou foi o sol que foi indo para o mesmo destino, o nosso! 
Canal de São Carmelo – Uruguai,  maio de 2006.


Tão real que parece irreal

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Tocava as nuvens com as pontas dos dedos, tão perto era o céu ou tão alta eram as dunas que subi, ou ainda, era seu reflexo nas águas que eu tocava.
Lagoa Bonita – Lençóis Maranhenses – Brasil, março de 2011


Mandacaru

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Da janela do avião vejo  a foz do rio Preguiça e o Farol de mesmo nome, que projeta sua luz por 12 milhas mar a dentro.
Mandacaru – Maranhão – Brasil, março de 2011.


Fonte do Ribeirão

 

 

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Tão clara as águas do Ribeirão, que peixes vivem e circulam pelas galerias,  que existe sob toda a cidade segundo a lenda urbana.
São Luis do Maranhão – Brasil, março de 2011.